Jerônimo: aliado de Lula vê sua aprovação crescer (Governo da Bahia/Divulgação)
Repórter de Brasil e Economia
Publicado em 27 de fevereiro de 2025 às 07h14.
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) é aprovado por 61% dos eleitores da Bahia e reprovado por 31%, de acordo com a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira, 27. O levantamento aponta que 8% dos entrevistados não souberam ou não quiseram opinar sobre a gestão do governador.
Na comparação com o último levantamento da Quaest, a aprovação subiu de 54% para 61%, enquanto a desaprovação caiu de 35% para 31%.
Os dados mostram um descompasso entre a aprovação do governador e de seu padrinho político, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Enquanto o presidente viu a sua aprovação cair no estado, Jerônimo teve crescimento no mesmo período.
Na avaliação do governo, 42% dos baianos classificam o trabalho como positivo, enquanto 29% consideram a administração regular. Já 21% avaliam a gestão de forma negativa, e 8% não souberam responder.
Os serviços públicos mais bem avaliados são educação e atração de empresas, ambos com 48% de aprovação. As áreas com as piores avaliações são segurança (39%) e saúde (38%).
O levantamento também mostrou que 49% dos baianos consideram que o estado está pior do que outros estados, enquanto 40% acreditam que está melhorando. Sobre a situação da Bahia, 37% dizem que o estado está parado, e 36% avaliam que está melhorando, uma queda em relação à pesquisa de dezembro.
A pesquisa também revela que 50% dos eleitores acreditam que Jerônimo merece ser reeleito, enquanto 44% acham que não. Outros 6% não souberam ou não quiseram opinar.
Na disputa para o governo da Bahia em 2026, o nome mais bem posicionado é o do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil), com 42% das intenções de voto.
Entre os adversários, Jerônimo Rodrigues (PT) aparece com 38%. O percentual de indecisos não foi informado, enquanto os votos em branco, nulos ou de eleitores que afirmam que não votarão somam 20%.
A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre os dias 19 e 23 de fevereiro, com 1.200 entrevistas presenciais na Bahia. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.